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Ano 22                                                                                                          Editado por Jomar Morais
 
 


 
 


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O Vaticano divulgou nesta segunda-feira (9/4/18) um documento em que o Papa defende os pobres, os imigrantes e o combate às injustiças sociais.

A nova carta apostólica do Papa Francisco é dedicada à santidade da vida cotidiana. “Porque santidade é para todos e não só para uma elite”, escreveu ele.

Para ser santo não é necessário ser bispo, padre ou freira. Segundo a carta, são santos, por exemplo, os pais e mães que criam os seus filhos com afeto, os homens e mulheres que trabalham para sustentar a família, os doentes, afirmou o Papa, que chama de santidade a bondade, a solidariedade e a ética cristã.

“Santidade é o acolhimento. Não defender os imigrantes é um comportamento não cristão”, afirmou. "A defesa dos fracos e oprimidos não é comunismo ou invenção de um Papa".

No documento, Francisco critica os cristãos que participam de violências verbais nas redes sociais e também os que difamam ou caluniam.

A terceira exortação apostólica do Papa tem cem páginas. Ele se refere à figura do diabo não apenas como uma representação, mas também como algo que envenena e entristece.

O documento é também um recado claro aos detratores de Francisco, que o criticam por ter aberto o caminho da comunhão para os divorciados que se casaram de novo. Segundo o Papa, não se pode propor um ideal de santidade e ignorar as injustiças deste mundo.
Texto publicado originalmente no site G1.com
Por que o cristão não deve ser conivente com com as injustiças e com os poderes injustos
Em Carta Apostólica, o Papa Francisco defende os pobres e os imigrantes, condena os que disseminam calunias e ódio pelas redes sociais e lembra que a "santidade é acolhimento"
         DESTAQUES DA CARTA DO PAPA


“Não se trata de se desencorajar quando se contempla modelos de santidade que parecem inatingíveis, há testemunhos úteis para nos estimular e motivar, mas não para copiar”.


“Seja santo lutando pelo bem comum e renunciando aos seus interesses pessoais”.


“Nem tudo que um santo diz é totalmente fiel ao Evangelho, nem tudo que ele faz é autêntico ou perfeito”.


“Quero enfatizar que o ‘gênio feminino’ também se manifesta em estilos femininos de santidade, indispensáveis ??para refletir a santidade de Deus neste mundo”.


“É nocivo e ideológico o erro daqueles que vivem suspeitando do compromisso social dos outros, considerando algo superficial, mundano, secular, imanente, comunista, populista”.


“A defesa do nascituro inocente, por exemplo, deve ser clara, firme e apaixonada, porque é ali que está em jogo a dignidade da vida humana, sempre sagrada, e exige o amor de cada pessoa além de seu desenvolvimento. Mas igualmente sagrada é a vida dos pobres que já nasceram, que estão lutando na pobreza, no abandono, no adiamento, no tráfico de pessoas, na eutanásia encoberta nos doestes e idosos privados de atenção, as novas formas de escravidão, e em toda forma de exclusão”.


“Ouvimos muitas vezes que, contra o relativismo e os limites do mundo atual, seria um assunto de menor importância a situação dos migrantes, por exemplo”. “Alguns católicos dizem que é uma questão (a dos migrantes) secundária ao lado dos temas ‘sérios’ da bioética. Que diga algo assim um político preocupado com seus sucessos, mas não um cristão, a quem só cabe a atitude de se colocar na pele desse irmão que arrisca sua vida para dar um futuro para seus filhos”.


“O consumismo hedonista pode nos pregar uma peça, porque nesta obsessão terminamos muito focados em nós mesmos, em nossos direitos e no desespero de ter tempo livre para desfrutar”.


“Os jovens estão expostos a um zapping constante. É possível navegar em duas ou três telas simultaneamente e interagir simultaneamente em diferentes cenários virtuais. Sem a sabedoria do discernimento podem facilmente se tornar marionetes à mercê das tendências atuais”.