Ano 26                                                                                                                              Editado por Jomar Morais
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por Jomar Morais
 
O REAL E AS VERDADES
É tão questionável aceitar tudo o que nos chega em nome de Deus quanto o que nos entregam em nome da Ciência. Toda teoria tem prazo de validade.
 
Na Antiguidade e, sobretudo, na Idade de Média todo poder e toda verdade emanavam de Deus. É uma assertiva que, do ponto de vista da filosofia espiritualista, continua valendo hoje, pois nada existe fora de Deus, a causalidade absoluta. A História, porém, mostra que mesmo as ideias mais sensatas e sublimes podem virar instrumentos de manipulação e dominação sob o império das paixões humanas. Em nome de Deus multidões foram subjugadas e o conhecimento amordaçado durante séculos até que o Renascimento quinhentista resgatasse o humanismo e reinventasse o jeito de o homem investigar a natureza, agora através dos sentidos na sistematização do método empírico.

Aos poucos, pelo menos no Ocidente, declinaram os governos teocráticos e as legislações baseadas em postulados religiosos, com grande avanço da liberdade, das relações humanas e da justiça social. Mas, outra vez, as paixões e os interesses temporais improvisaram ídolos que, como os do passado, servem ao propósito de dominação, agora em meio à treva de um fanatismo intelecto-pragmatista.

É esse o contexto no qual cultuamos a “deusa” Ciência, subvertendo os seus valores - a exemplo dos religiosos que traem a essência do divino, ao reduzí-lo aos seus caprichos -, seja no ambiente fundamentalista de academias monopolizadas por materialistas militantes e excludentes ou no dia a dia de uma máquina de consumo que justifica seu apetite de ganhos com “pesquisas” e “descobertas”.

Os mais pobres e os mais compulsivos são as maiores vítimas dessa situação. Já não se diz “o padre falou”, “o padre mandou”, contudo, se obedece cegamente ao que “o médico receitou”, “o psicólogo disse” e, por extensão, a tudo o que um exército de profissionais e de meros palpiteiros “determinam”, principalmente através da televisão, esse oráculo das massas vazias de sentido e de disposição crítica.

A verdade é o que é. É o real. O resto é percepção fragmentada e condicionada daquilo que é, estuário da imaginação e da reflexão a partir de crenças atávicas ou recentes que influenciam, inclusive, a experiência dos sentidos e, consequentemente, a ciência que fazemos.

É tão questionável aceitar tudo o que nos chega em nome de Deus quanto o que nos entregam em nome da Ciência. Toda teoria tem prazo de validade.

A esse respeito, penso, o melhor é formar com Stephen Hawking, talvez o maior físico da atualidade, em seu livro “O Universo Numa Casca de Noz”.  Adepto do positivismo do filósofo Karl Popper, Hawking admite: “Uma teoria científica é um modelo matemático que descreve e codifica as observações que fazemos. Uma boa teoria descreverá uma vasta série de fenômenos, com base em uns poucos postulados simples, e fará previsões que podem ser testadas. Se as previsões concordam com as observações, a teoria sobrevive ‘àquele’ teste, embora nunca se possa provar que esteja correta”.
 
[Publicado na edição do Novo Jornal de 2/10/13]
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