Ano 26                                                                                                                              Editado por Jomar Morais
vitrine pj
tv sapiens

26
anos

Clipping & Ideias
Para receber envie "Sim" e seu nome via Whatsapp:
(84) 99983-4178
LIVREIRO SAPIENS
Acesse nosso acervo
PLANETA*Zap
 
LEITOR SOLIDÁRIO
Planeta Jota é um site independente com olhar diferenciado sobre temas essenciais. Doe qualquer valor e ajude este projeto iniciado há 26 anos.
Informe-nos sobre sua doação
e ganhe um livro digital do Sapiens
Ao vivo na TV Sapiens
Titular da conta: Jomar Morais
O Caminho de Francisco
A Úmbria de Francisco de Assis. Clique e leia
www.dialogofraterno.com
https://youtube.com/sapiensnatal
Acesse a programação. Inscreva-se no canal
Planeta Jota é um website sem fins lucrativos editado pelo jornalista Jomar Morais, desde maio de 1995, com a ajuda de voluntários. Saiba mais.

Não publicamos texto editorial pago. Se você deseja ajudar na manutenção deste trabalho, poderá fazê-lo mediante uma doação de qualquer valor via PIX 84-999834178, via Pagseguro ou adquirindo os livros divulgados aqui pelo Livreiro Sapiens. Assim você contribuirá para a difusão de ideias que despertam consciências e mudam o mundo e estimulará os autores que compartilhamos.

 
Fale com a gente
QUEM SOMOS
Único livro brasileiro
com uma abordagem
interdisciplinar do tema, abrangendo ciência, filosofias e religiões.
Compre na Amazon
e receba o livro agora
Clique aqui para acessar
todos os vídeos do canal
Pix: 84999834178
Destaque recente
As mutações do sexo. Para onde vamos?
A arte da simplicidade
O vídeo mais visto
     ou
Blogueiros & Escritores
Aldenir Dantas
Glácia Marillac
Guto de Castro
Wescley Gama
Jorge Braúna
Textos místicos
Clube da Esquina
O que é a mente e o que é meditação. Como libertar-se dos grilhões e alcançar a mente meditativa. Nove estágios da prática eficaz.
Jomar Morais
LEITURA IMPERDÍVEL !
Você vai rir. Você vai chorar. Você vai refletir.
Contos de
Aldenir Dantas
Histórias divertidas. Personagens surpreendentes.
Só aqui desconto de 30% !
35 reais + frete (12 reais)


PIX 84-999834178 (celular)
[Envie recibo e endereço via WhatsApp]

Ou compre no cartão em até 18 vezes pelo
Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!

OUTRO OLHAR
por Jomar Morais
PERDÃO - PARA DAR E PEDIR
Perdoar, ao contrário do que se imagina, não é esquecer o mal que nos fizeram ou que cometemos. Não é também eximir o culpado das leis que regem a sociedade
A ciência médica dispõe de estatísticas e estimativas que mostram os efeitos nocivos - e mesmo fatais - de certos hábitos do homem contemporâneo. São registros que, divulgados pela mídia, tornaram-se aceitos e compreendidos pela maioria das pessoas. Quem desconhece que gorduras animais e excesso de sal contribuem para as doenças do aparelho circulatório? Quem nunca ouviu falar que o sedentarismo pode causar o colapso do corpo? Até a relação entre estresse psicológico e desequilíbrio orgânico é agora um conhecimento universal.

Apesar disso, permanece quase oculta por uma cortina de silêncio a relação entre nossos sentimentos e doenças que roubam a qualidade de vida e apressam a morte. Quem tem consciência de que rancores e mágoas estão associados a alguns tipos de cânceres? Estudos científicos atestam a influência dos sentimentos mórbidos em inúmeros quadros patológicos, mas, talvez porque lidar com as nossas emoções sombrias seja um desafio tão difícil quanto acolher a morte, acabamos esquecendo que ninguém precisa de ciência para perceber em si mesmo os terríveis efeitos que sucedem as explosões de raiva ou que acompanham uma rotina de ódio ou amargura.

Bastaria essa simples constatação para elegermos como uma prioridade, na vida pessoal e na saúde pública, a prática do perdão. Mas, lamentavelmente, ainda é difícil entendermos essa virtude básica, realçada em todas as tradições espirituais, por considerá-la apenas uma norma ideal que confronta o nosso orgulho e não um recurso terapêutico e preventivo para o espírito e o corpo. A partir daí, uma série de equívocos em nossa visão do perdão impede que o adotemos como hábito saudável e trilha de libertação para uma alma aprisionada ao passado.

Perdoar, ao contrário do que se imagina, não é esquecer o mal que nos fizeram ou que cometemos. É impossível anular a memória por um ato de vontade. Não é também eximir o culpado da ação das leis que regem a sociedade ou os movimentos insondáveis da vida. Perdoar é compreender o mal e aquele que o cometeu - inclusive nós próprios - no contexto da condição humana e suas motivações em diferentes momentos e níveis evolutivos.  É julgar como gostaríamos de ser julgados, levando em conta a intenção na ocasião do delito e, a partir desta, o nosso nível consciencial. É daí que emerge a compaixão e até a reconciliação com o agressor.

Conceder e pedir perdão, dois gestos libertadores, passam antes pelo reconhecimento de nossa humanidade e pelo exercício do autoperdão. É impossível ser compassivo com o próximo se nos aprisionamos a uma autoimagem orgulhosa e tola. Perdoar a si mesmo e ao outro, no entanto, rompe algemas poderosas que nos impedem de viver saudáveis e em paz.
[Publicado na edição de 30/04/13 do Novo Jornal]
Clique e deixe seu comentário no
Fórum dos Leitores do Planeta Jota